Para
ele, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, obras com conteúdo
impróprio para menores de 18 anos devem estar em embalagens lacradas
A
livraria Nobel de Macaé, a 182 quilômetros do Rio de Janeiro, recebeu na
segunda-feira a visita de dois policiais e de dois comissários da Segunda Vara
de Família, da Infância, da Juventude e do Idoso do município. A ordem era
recolher livros com conteúdo impróprio para menores de 18 anos que não
estivessem em embalagens lacradas. "Foi um constrangimento horroroso. Em
momento algum houve um interesse em nos orientar", disse o proprietário
Carlos Eduardo Coelho.

